segunda-feira, 26 de novembro de 2007

quinta-feira, 8 de novembro de 2007


Centenas de barracos que ocupam uma área de risco na bacia do Laripe, em Vila Nova de Colares, foram notificadas no mês passado pela Defesa Civil e deverão ser demolidos assim que for cumprida a promessa de construção de casas populares. Enquanto isto o clima é de incerteza e
O morador José Maria Ferreira, disse não saber se vai ser indenizado ou removido para outro lugar. “Pegaram o nosso nome e disseram que a gente vai ser indenizada, mas outros dizem que receberemos casas, não sei ao certo o que vai acontecer”, explica.
Jhonny Bezerra, outro morador do local, disse desconhecer o motivo da notificação “eu só saio daqui se me derem outra casa” adverte.
Da Defesa Civil, João Carlos Chagas, disse que numa ação conjunta entre as secretarias do Meio Ambiente, Sedur e Defesa Civil, foram notificadas e cadastradas 350 famílias que ocupam a área de preservação, “Foram incluídas nesse cadastro os moradores da rua Boa Esperança no Feu Rosa por causa da precariedade e urgência de uma ação no local” Disse ainda que a medida faz parte do Plano Municipal de Redução de Risco (PMRR) que é um instrumento básico para estabelecer compromissos entre os governos Federal, Estadual e Municipal visando ações voltadas para a redução do número de vítimas que ocupam as áreas de risco. Segundo João Carlos que é coordenador do programa, O PMRR é uma exigência do Governo Federal, os municípios que não tem esse plano, tem dificuldade para locar verbas para saneamento e habitação.
Acordo com o Secretário de Habitação, Guto Lorenzoni, as famílias cadastradas pela Defesa Civil, serão beneficiadas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que deve construir 376 casas no loteamento Estado Unidos que fica atrás do campo de Feu Rosa. A construção ainda não tem data definida, mas segundo Lorenzoni, R$ 12 milhões já estão liberados para o projeto que está em fase licitatória.

Obra preocupa líder comunitário que cobra obras anteriores
A medida preocupa o presidente da Associação de Moradores de Feu Rosa, Aloir Siqueira, ele teme que a ação seja por conta aproximação das eleições municipais quando aparecem promessas de obras com o objetivo de capitalizar votos, “Gostaria que nossos gestores levassem a sério as necessidades da população” comenta. E cobra obras anteriores prometidas pelo secretário de habitação que no mês de julho apresentou um projeto de recuperação da mata ciliar do córrego Irema previsto para outubro e até agora nada foi feito. Conclui.


Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR)
De acordo com o coordenador do programa na Serra João Carlos Chagas, o Plano que é uma exigência do Ministério das Cidades, se encontra em fase final de elaboração e visa identificar, tipificar, quantificar e mapear as famílias que ocupam áreas consideradas de risco como, encostas, alagados e áreas de preservação, o plano depois de elaborado com a participação da sociedade civil, deve servir de instrumento para apoiar a administração do município na eliminação das áreas de riscos e base para políticas municipais de saneamento e habitação. Segundo João Carlos, o plano é feito em 5 etapas, identificação, análise, planejamento para situações de emergência e informações públicas e treinamentos pode sugerir medidas estruturais e não estruturais para redução ou eliminação desses riscos. “Estamos na ultima etapa que é a capacitação do Núcleo de Defesa Civil Comunitária (Nudecc) que vai acontecer no dia 1o de Dezembro no Cras de Laranjeiras onde serão ministradas noções de defesa civil, acidentes doméstico e prevenção de incêndios e no dia 13 do mesmo mês às 19h no Cras, acontecerá a audiência publica para aprovação do plano que será apresentado pela Aquaconsult Engenharia e Projetos à sociedade serrana,

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Gafanhotos imigrantes devoram a Serra

Com uma das mais belas geografias urbanas do Brasil, a Serra, vive a década da depredação dos seus patrimonios naturais e poluição de seus mananciais.
Licenciamentos de lavras são concedidos a empresas mineradoras que exploram patrimonios turisticos.
Empresas estatais despejam efluentes secundários dentro de mananciais, poluindo os recursos hìdricos de potencial turistico.
Empreiteiras fazem a farra do boi na atual administração:
invadem áreas de preservação, jogam efluentes dentro da lagoa Jacunem, recebem perdão das multas (não se sabe porquê)?.
Enquanto as empresas ganham diversos tipos de incentivo para se instalarem, a população, a quem recai pagar todas as contas, não conta com uma política de assentamentos (habitação) as populações que chegam em busca de um lugar ao sol se vêem obrigadas a ocupar áreas de preservação para construção de moradias, a prefeitura não fiscaliza porquê prefere gastar o dinheiro fazendo canteiros e recapeando ruas nas áreas centrais porquê gera marketing para o prefeito.
A Sueli Vidigal-PDT recebeu doações de 369 empreiteiras, e você acha que ela vai legislar a favor de quem? do povo? claro que não. ela vai pagar os financiamentos de campanha e depois vão chegar perto do povo com discursos afinados, bem treinados com recursos de neurolinguistica, mostrando as ruas asfaltadas e os canteiros centrais e escondendo o fato de exstir mais de 20.000 pessoas em condições sub-humanas, vivendo em àreas de preservação permanente, dentro de charcos, sem infra-estrutura básica e sem rede de esgoto com riscos de saúde e segurança.